
Rubros prazeres infinitos
Eu me derramo no teu corpo urgente
e meu Amor nessa paixão tão quente
descarrega prazeres infinitos...
Esses teus olhos lindos, tão aflitos,
vendei com faixas do teu lenço rubro
que dei naquela tarde de um outubro
comprando sedas para teu vestido.
O nosso Amor tornou-se divertido,
pois, submissa, debaixo dos lençóis,
esquecestes das luas e dos sóis,
que brilham quando as horas acontecem.
Teus beijos os meus lábios não esquecem,
e não esqueço também do teu corpete
rubro, que fui tirando no tapete
em que ficaste exposta para mim.
Vivemos sonhos que não têm mais fim...
Megulhados em loucas alegrias,
passaram-se no mínimo três dias
numa semana cheia de paixão.
Tudo gravou-se no meu coração
e me derramo no teu corpo urgente
ao mergulhar de novo em ti... tão quente!
Copacabana (Rio)
20/set/2008
Jo®ge das Neves
poeta@infolink.com.br
Eu me derramo no teu corpo urgente
e meu Amor nessa paixão tão quente
descarrega prazeres infinitos...
Esses teus olhos lindos, tão aflitos,
vendei com faixas do teu lenço rubro
que dei naquela tarde de um outubro
comprando sedas para teu vestido.
O nosso Amor tornou-se divertido,
pois, submissa, debaixo dos lençóis,
esquecestes das luas e dos sóis,
que brilham quando as horas acontecem.
Teus beijos os meus lábios não esquecem,
e não esqueço também do teu corpete
rubro, que fui tirando no tapete
em que ficaste exposta para mim.
Vivemos sonhos que não têm mais fim...
Megulhados em loucas alegrias,
passaram-se no mínimo três dias
numa semana cheia de paixão.
Tudo gravou-se no meu coração
e me derramo no teu corpo urgente
ao mergulhar de novo em ti... tão quente!
Copacabana (Rio)
20/set/2008
Jo®ge das Neves
poeta@infolink.com.br
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