
SERRA DA MANTIQUEIRA
Subindo a Mantiqueira (que floresta!),
ar puro respirando, o olhar em festa,
o verde variando em sua cor...
Palpita o coração cheio de Amor,
que a natureza inspira e traz paixão.
Assim também passeia o coração
nas curvas das estradas e nos vales.
Não há como pensar nos grandes males
porque não perco tempo com jornais...
Os versos vão brotando mais e mais
e, de repente, vejo-me escrevendo
maravilhas que os olhos estão vendo.
O lar ficou distante. Não importa!
Um dia voltarei e, abrindo a porta,
aos santos vou dar graças por voltar,
depois de muito amar e passear.
Tanta ausência comentam os vizinhos,
e eu lhes conto as belezas dos caminhos.
Todos se calam. Fico eu a supor
que eles não sabem viajar com Amor,
subindo a Mantiqueira (que floresta!),
ar puro respirando, o olhar em festa...
Poços de Caldas (MG), 13/set/2008
Jo®ge das Neves
poeta@infolink.com.br
2 comentários:
Uau!!!
Imaginei-me subindo a Serra da Mantiqueira!
Saboreei cada uma de suas poesias...
Viajei... Rs...
Beijos musa e meu poeta queridos!
M@
M@ry,
que lindo você imaginar-se
subindo também
a Serra da Mantiqueira,
viajando conosco
nos versos do poema!
Sem dúvida, nas suas veias baianas
corre sangue de Castro Alves.
Beijos, Menina!
Postar um comentário