quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

Pluma de Amor ao vento


Eterna Phoenix

A uma bela cigana que vai

No azul do céu um virtual amor
entrelaçava rubros corações,
que até sangravam de tristeza e dor,
enquanto em mim choravam mil razões...

ETERNA PHOENIX, despertei tristonho!
Ias embora como pluma ao vento,
dando-me adeus em colorido sonho
que fazia crescer um desalento.

Algo, porém, trazia-me consolo
me prometendo que as palavras tuas
eu provaria em repetido bolo
na seqüência de estrelas e de luas...

De repente acordei na madrugada
e me senti cigano sonhador:
- na janela a cortina enluarada
- no azul do céu um virtual amor

Publicação autorizada pela Musa Thaís Hélène
Jorge das Neves
poeta@infolink.com.br
Porto Seguro (BA)
5/dez/20007

Esperando Cabral chegar

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