domingo, 16 de dezembro de 2007

Amor aos quatro ventos



Andarilho do Amor

Há quem vem e os que vão, e aonde eu for
sou andarilho, um nômade, um cigano,
uma aurora, um crepúsculo de amor,
mas jamais um adeus por desengano...

Carrego o coração e uma bagagem
de novos e profundos sentimentos,
e, vendo amor ao longo da paisagem,
espalho beijos meus aos quatro ventos.

Despedidas não faço no caminho,
que a chorar andaria eu por estradas
derramando saudades e carinho,
lembrando de pessoas afastadas.

Nem quero me prender aos doces lares!
Serei um circo que se instala agora,
como acontece em todos os lugares,
e assim eu sou quem vem e vai embora...

Domingo, 16/dez/2007
Jorge das Neves
poeta@infolink.com.br

4 comentários:

Anônimo disse...

uma vez meu poeta querido
mexstes com minha alma e tirastes uma lágrima de minha face.
Pois este poema me fez recordar meu saudoso avô.Ele era cigano.
Grata meu anjo pelas belas frases aqui escritas.
Parabéns pelo blog.
Bjs de sua admiradora e fã
Mulher Guerreira/Mônica R.

Arlete Cristina disse...

Meu Deus!!!
Muito linda,
Agradeço a você e a Deus por permitir que viesse ao mundo um poeta como você!
Lendo suas poesias viajo ao infinito!!!
Adoro seus poemas... Sou sua FÃ!
CRIS

Poemas de Amor e Graça disse...

Querida Amiga Mulher Guerreira:
A felicidade é minha por conseguir
apenas com meus versos, tocar no fundo do seu coração amoroso.
Tanto mais desta vez estou feliz
por fazê-la recordar-se de seu avô,
um cigano que estou sentindo também
no meu coração.Deus o ilumine no Plano Astral.
Bjs cheios de agradecimentos.

Poemas de Amor e Graça disse...

CRIS,verdadeiro CRIStal,afilhada de casamento e querida comadre:
Agradeço-lhe pelas belíssimas palavras com que sempre me presenteia. E, desta vez, sou eu quem viaja ao Infinito, lembrando-me do dia 13deDezembro, há 28 anos atrás, quando (representando seu querido Pai) tive a honra de levá-la ao altar, para casar-se com Pedro, o Dom Pedro em meu coração.
Felicidades para o belíssimo casal.