sábado, 25 de agosto de 2007

Amor de pombinhos...









Ah! Pomba pombinha!

Pomba pombinha do pombal pequeno...
Ela me deixa andante por aí
e vou ciscando próximo ao terreno
do qual – confesso – nunca mais saí.

Sou como um pombo atrás de minha amada,
e, inflando o papo, arrulho ao seu ouvido
e a persigo na praça e na calçada,
pois não aceito o meu amor... perdido!

Vou atrás dela e insisto na conquista.
Levo no bico um milho especial,
querendo que a malvada não resista
ao meu amor, às vezes, radical...

Peito de pombo é símbolo do ardor.
Pombo que é pombo tem olhar sereno,
mas eu confesso todo o meu amor,
Pomba, pombinha do pombal pequeno!

Jorge das Neves

poeta@infolink.com.br
Poemas em Esperanto
e em Língua Portuguesa
http://georgapoemo.blogspot.com

Em construção

Konstruata
Brazilo * Esperantio * Astrologio * Camping
http://jorgedasneves.com

Um comentário:

Unknown disse...

*Esse amor
de pombinhos
incandescente
é (re)visitado
pela borboleta
transparente.

(Lilibeth* ®© - “Construção...”)
Carinho_Respeito_Admiração