

Ah! Pomba pombinha!
Pomba pombinha do pombal pequeno...
Ela me deixa andante por aí
e vou ciscando próximo ao terreno
do qual – confesso – nunca mais saí.
Sou como um pombo atrás de minha amada,
e, inflando o papo, arrulho ao seu ouvido
e a persigo na praça e na calçada,
pois não aceito o meu amor... perdido!
Vou atrás dela e insisto na conquista.
Levo no bico um milho especial,
querendo que a malvada não resista
ao meu amor, às vezes, radical...
Peito de pombo é símbolo do ardor.
Pombo que é pombo tem olhar sereno,
mas eu confesso todo o meu amor,
Pomba, pombinha do pombal pequeno!
Jorge das Neves
poeta@infolink.com.br
Poemas em Esperanto
Konstruata
Brazilo * Esperantio * Astrologio * Camping
http://jorgedasneves.com
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Um comentário:
*Esse amor
de pombinhos
incandescente
é (re)visitado
pela borboleta
transparente.
(Lilibeth* ®© - “Construção...”)
Carinho_Respeito_Admiração
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