sexta-feira, 17 de julho de 2009

Sem rumo, perdi meu Amor nas águas do Ganges.


VIAJANTE SEM AMOR
“De tanto olhar o escuro
já nem mesmo sei quem sou,
meu coração se mistura
com a tua ilusão de amor.”
* Do poema “Viajante sem Rumo”

de MÁRCIA ROCHA
*

De tanto olhar no escuro me consumo,
perdendo o encanto e dessa vida o rumo...
Na sua ausência, triste, eu aconteço
e me pergunto se esse amor mereço.
Nesse abandono pela vida afora
muita saudade no meu peito aflora,
e a solidão se crava cruelmente
na madrugada que me faz demente.
A noite não me ampara, nem o dia.
O amanhecer me acende a nostalgia
que se mistura com a saudade imensa.
Perdi o rumo! Só você não pensa
que viajante sou pelos espaços,
morrendo sem seus beijos e os abraços...
De tanto olhar no escuro me consumo,
perdendo o encanto e dessa vida o rumo...

JO®GE DAS NEVES
poeta@infolink.com.br
http://jorgedasneves.com
* Exercício literário a partir da estrofe do citado poema
da
Poetisa MÁRCIA ROCHA
cujo consentimento espero merecer
por muito apreciar seu versejar.

DIREITOS AUTORAIS

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