domingo, 26 de outubro de 2008

AMOR nas estradas sem a gangorra do dólar

FILOSOFANDO AQUI

Nessa loucura o dólar sobe e desce
e a doença global apenas cresce...
As finanças do mundo estão falidas
porque pessoas levam suas vidas
no embalo do dinheiro da ambição.
Ao Paraguai não vou por tradição,
também não compro coisas lá da China,
que se desmancham como amor falido.
De promessas políticas duvido
Não peço visto para entrar nos States,
porque prefiro aqui os meus enfeites...
Sou do América: perco em futebol !
Apenas quero ver brilhar o sol,
cair a chuva para encher o açude
e ver os brasileiros com saúde
para sorrir e transbordar de Amor,
mostrando ao mundo inteiro o seu valor.
Nessa loucura o dólar sobe e desce,
mas nosso Amor não é dinheiro... e cresce!
Por isso, no começo das manhãs,
cantarei juntamente com os TITÃS:

“ O acaso vai me proteger
enquanto eu andar distraído...”
(Letra e música de SÉRGIO BRITO)

Modernamente esta
"Filosofia do Acaso"
se expressa pelo neologismo
S E R E N D I P I D A D E
(do inglês "serendipity")
e sobre isto o próximo poema tentará explicar.
26/out/2008
por estradas do Sul
Jo®ge das Neves

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