domingo, 30 de março de 2008

Triste amor pelo cigarro...


A própria tela até fuma sozinha

Eu vejo um “certo” amor pelo cigarro
naquele cara cheio de pigarro,
e em cima dele até o micro fuma.
Para a morte é certo que ele ruma,
mas nem dá bola... Já nem falo nada.
A sorte dele eu sei que está selada,
porém não muda nunca de atitude,
nem mais se importa com melhor saúde.

A própria tela até fuma sozinha,
pois guarda aquele cheiro e a morrinha,
que se entranha nas roupas e cabelos.
Esses cuidados faz por esquecê-los
e vem jogar o bafo sobre a gente.
Eu me recuso e saio de repente
e, de repente, até nele me esbarro...
Que triste tanto amor pelo cigarro!

Foto colhida do álbum da Azzelym

Rio, 30/mar/2008

Jo®ge
poeta@infolink.com.br

Um comentário:

izilgallu disse...

Gostei muito do seu blog, e muito simpatico, parabens
izilda