
Eu e Musa nos conhecemos no bonde
e às vezes viajávamos
no ônibus "Camões" que aparece ao lado
Afinal,
recordar é também viver.
Naquele tempo o amor era mais puro
e até no bonde havia o nosso amor
adolescente, franco, sonhador,
ajuizado, plácido, maduro.
O amor não era passageiro! Juro
que nas minhas memórias há sabor
de um namoro feliz e encantador
que sempre projetamos no futuro;
um futuro que, agora, é meu presente
de lembranças tão belas, revividas,
sem passado tristonho e sem feridas...
O nosso bonde, amado e transcendente,
está cheio de flores do passado
em nosso aqui-e-agora relembrado!
recordar é também viver.
Naquele tempo o amor era mais puro
e até no bonde havia o nosso amor
adolescente, franco, sonhador,
ajuizado, plácido, maduro.
O amor não era passageiro! Juro
que nas minhas memórias há sabor
de um namoro feliz e encantador
que sempre projetamos no futuro;
um futuro que, agora, é meu presente
de lembranças tão belas, revividas,
sem passado tristonho e sem feridas...
O nosso bonde, amado e transcendente,
está cheio de flores do passado
em nosso aqui-e-agora relembrado!
Jo®ge das Neves
poeta@infolink.com.br
poeta@infolink.com.br
Rio, 16/março/2008
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