domingo, 16 de março de 2008

AMOR no BONDE



Eu e Musa nos conhecemos no bonde


e às vezes viajávamos

no ônibus "Camões" que aparece ao lado


Afinal,
recordar é também viver.

Naquele tempo o amor era mais puro
e até no bonde havia o nosso amor
adolescente, franco, sonhador,
ajuizado, plácido, maduro.

O amor não era passageiro! Juro
que nas minhas memórias há sabor
de um namoro feliz e encantador
que sempre projetamos no futuro;

um futuro que, agora, é meu presente
de lembranças tão belas, revividas,
sem passado tristonho e sem feridas...

O nosso bonde, amado e transcendente,
está cheio de flores do passado
em nosso aqui-e-agora relembrado!

Jo®ge das Neves
poeta@infolink.com.br

Rio, 16/março/2008

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