Trovões, relâmpagos cadentes
Entre trovões, relâmpagos cadentes
as emoções despencam!... Por que mentes
que teus sonhos de Amor ficam desertos
se abraços e teus beijos são incertos
qual chegada de um trem do interior
numa estação vazia, sem Amor?
as emoções despencam!... Por que mentes
que teus sonhos de Amor ficam desertos
se abraços e teus beijos são incertos
qual chegada de um trem do interior
numa estação vazia, sem Amor?
De ti recebo apenas os fragmentos
de soluços falando em sofrimentos.
E teus sorrisos, onde os pões agora?
Por que me vês e logo vás embora,
deixando-me vazio e na saudade?
Por que deprezas a felicidade?
Entre trovões, relâmpagos cadentes
as emoções despencam!... Por que mentes?
Rio, 5 / março /2009
Jo®ge das Neves
http://jorgedasneves.com AMOR
Exercício literário a propósito
de um poema de palavras tristes
sem haver comigo e com o título
FRAGMENTOS
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em: a2b3c4d5.no.sapo.pt/trovoada_na_aldeia_1946.htm
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